| Porque ter um Aquário? É comum ouvirmos as pessoas dizerem que ter um aquário é uma terapia. Muito embora cheias de razão, essas pessoas sabem descrever o que sentem, mas talvez desconheçam o verdadeiro sentido dessa expressão. Como psicóloga compartilho de tal pensamento e vou explicar a seguir porque recomendo um Aquário. A natureza é um harmônico sistema que se completa. Todos os elementos que o compõe se integram desempenhando com perfeição a sua função na existência dos demais. Isso quer dizer que da menor bactéria ao mais extenso planeta do Universo, tudo tem uma razão para existir. E mais importante ainda, tudo tende naturalmente a um estado de equilíbrio. Esse equilibrio só é rompido pela ação do ser humano que muitas vezes interfere na natureza de forma equivocada, rompendo assim a sua estabilidade. Dentro desse complexo e perfeito sistema estão os elementos cuja função consiste precisamente em proporcionar ao ser humano um estado de paz interior. Trata-se na verdade de elementos que atuam na mente interferindo no funcionamento do cérebro, ou seja, imprimindo um certo ritmo as ondas cerebrais. Chegam ao sistema nervoso central através dos órgãos dos sentidos e uma vez decodificados executam a sua função. Os peixes ornamentais são poderosos elementos de equilibrio para os seres humanos. A maravilhosa combinação de cores, a graça do movimento, a estética na forma, resultam num raro, espetáculo para a mente humana. O simples contemplar dessa obra prima da natureza funciona como um bálsamo para os males da mente. Provavelmente é por isso que intuitivamente há milênios os Homens aprenderam a apreciar os peixes ornamentais criando o hábito de construir uma pequena replica dessa maravilha da natureza a qual chamou AQUÁRIO.
C. E. A. P. Centro de Estudos e Atendimentos Psicopedagógicos Dra Nadia Aparecida Bossa - Psicóloga e Psicopedagoga Dra. Patricia L´ A. Bossa de Campos - Psicóloga Clinica e Organizacional
Obs: O CEAP possui um aquário marinho de 600 litros em sua sala de espera e é cliente da Total Aquarium.
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